Empresários privados de helicópteros e PC “obrigam” Governo a tirar Força Aérea do combate a fogos

Muitos dos pilotos dos helicópteros de combate a incêndios, assim como os mecânicos, são oficiais e sargentos da Força Aérea Portuguesa que tiram férias afim de prestarem serviços extra a empresas privadas no combate aéreo a incêndios florestais no período BRAVO. Homens e mulheres preparados para situações emergentes e urgentes em qualquer situação de risco para as populações.

Mais uma vez o Ministério da Administração Interna chumbou a concentração na Força Aérea de meios aéreos do Estado para o combate aos fogos e emergência médica, uma medida que tinha sido preparada pelo anterior Executivo (PSD), com o intuito de poupar milhões de euros em apenas três meses – Julho a Setembro.
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Segundo fonte da Força Aérea (FAP) estavam disponível para receber os meios, “mas com reforço dos recursos humanos e materiais, uma vez que as despesas iriam aumentar”. Dos cinco hélis pesados apenas voam três, o que já obrigou o MAI, nos anos anteriores, a recorrer ao aluguer de aeronaves a privados para suprir a lacuna. Um negocio feito pelos governos a empresas administradas por ex-deputados pagas pelo contribuinte.

Fonte: alemdourodigital
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